Hoje eu sinto
Hoje eu não me calo
Hoje eu falo,
E pratico o sentimento relativo
Ao meu conhecido amigo
Hoje eu não abafo
Hoje eu solto
Hoje eu sou, hoje quero
Hoje sonho, hoje espero... desespero!
Irritação do ponto do subconsciente de ebolição
Que desagua no mar de inquietação
Paz e Solidão
Amor e Convicção
Não actuam neste mesmo palco que eu,
Não praticam e complicam mais um sonho meu,
Não caracterizam nem realizam esse pensamento teu.
De ser alguém, de me dar a quem
Tem mais conhecimento
Para dar um grito ou um boicote
Na tua actuação.
Eu sigo a minha intuição que me diz
Não me arrepender nada de que fiz,
É esta a minha impressao, a minha ideia, o meu desabafo
Neurónios criticam a impressão que o staff
Cala-vos a boca das ideias que nao me convencem
Vocês não pertencem ao meu povo.
Começem do inicio, de novo!
Alterem e tirem o vosso esquema de novo.
sexta-feira, novembro 05, 2010
sábado, outubro 30, 2010
Tempestade, rispidez
De pH acido,
Que degrada e rasga
Que decalca a ténue
Praça.
Que limpa a minha alma
De rasgos ténues de sol
Que persegue os passos errados
Da monotonia que é rotina,
E nos deixa amarrados
A uma espessa camada de nevoeiro
Cai forte-fraca-fria,
Ora tocada a vento
Ora a vento tocada.
E vem assim se afirmando
Na escassa e nova madrugada
De quem sabe, De quem sente
De quem ouve o murmuro do riacho
Da pedra que cai, do fogo ardente
E murmura novamente no meu canto
Densamente de um pranto
Rasgado e pingado
Um tanto.
terça-feira, outubro 26, 2010
Reconstituição
Reconstrução do Ser
Metamorfose Total
Membrana a membrana
Rasgo e desgaste total
A voltar ao normal
Troca por troca
Célula por célula
Vale a pena?
Tudo vale a pena quando...
Sentes que realmente
O motivo é diferente
Não por ser pior ou melhor
Apenas porque mexe contigo
A vida toda, a vida que escolheste
Um novo rumo antigo
Que se contrapõe na redundância da vida.
Os versos que escrevo
As trovas que canto
A poesia que faço
Roga-me o pranto
De lágrimas postas na camisa
Azul-cinzenta do meu peito
E assino por baixo de quem precisa
Este poema suspeito
E dou a quem precisa
A quem tem de mais rejeito.
Metamorfose Total
Membrana a membrana
Rasgo e desgaste total
A voltar ao normal
Troca por troca
Célula por célula
Vale a pena?
Tudo vale a pena quando...
Sentes que realmente
O motivo é diferente
Não por ser pior ou melhor
Apenas porque mexe contigo
A vida toda, a vida que escolheste
Um novo rumo antigo
Que se contrapõe na redundância da vida.
Os versos que escrevo
As trovas que canto
A poesia que faço
Roga-me o pranto
De lágrimas postas na camisa
Azul-cinzenta do meu peito
E assino por baixo de quem precisa
Este poema suspeito
E dou a quem precisa
A quem tem de mais rejeito.
quarta-feira, outubro 20, 2010
segunda-feira, outubro 11, 2010
Down(load)
Hoje passei a um novo modelo e vou publicar aqui as minhas fotos também :)
Sindrome de Down do Henrique. A sensibilidade com que ele me pediu a fotografia e brincou comigo levou-me a publicá-la no meu blog.
Sindrome de Down do Henrique. A sensibilidade com que ele me pediu a fotografia e brincou comigo levou-me a publicá-la no meu blog.
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